quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
"A turma dos corajosos"
Vão ser definidos protocolos com os profissionais do INEM e os Bombeiros.
Deviam antes de mais,ver o estado em que se encontra a saúde em Portugal.
Quanto aos Bombeiros quero deixar aqui o meu apreço e gratidão,por aquelas mulheres e homens voluntários,que depois do seu trabalho ainda arranjam tempo para causas tão nobres ,como:
Socorrer um doente ou apagar um incêndio.
Muitos os criticam.Em vez da critica deviamos todos nós tiraum pouco do nosso tempo ,e dedicá--lo a qualquer voluntariado.
Há tanto onde ajudar.Creches,lares ,Infantários.obras de rua,etc,etc.
Todos nós deviamos ajudar a criar un Mundo melhor.
Esmeralda Albuquerque
Deviam antes de mais,ver o estado em que se encontra a saúde em Portugal.
Quanto aos Bombeiros quero deixar aqui o meu apreço e gratidão,por aquelas mulheres e homens voluntários,que depois do seu trabalho ainda arranjam tempo para causas tão nobres ,como:
Socorrer um doente ou apagar um incêndio.
Muitos os criticam.Em vez da critica deviamos todos nós tiraum pouco do nosso tempo ,e dedicá--lo a qualquer voluntariado.
Há tanto onde ajudar.Creches,lares ,Infantários.obras de rua,etc,etc.
Todos nós deviamos ajudar a criar un Mundo melhor.
Esmeralda Albuquerque
"Salazarismo"
Bom dia.
Em aditamento ao comentário da minha amiga Isabel Alves, porque não enquadrá-lo no velho ditado "não podemos agradar a gregos e a troianos", outrossim à semelhança do que acontece com todos os cidadãos, quer a nível pessoal, profissional e político, como é o caso em questão.
Devido à minha idade, não estou em condições de opinar sobre a sua política, porém, segundo os comentários de pessoas mais velhas, umas dizem que foi um bom político, porque recuperou a economia do país, outras dizem mal, porque não havia liberdade.
Baseando-me naqueles comentários e por comparação com a política praticada actualmente, nomeadamente a comentada recentemente na SIC pelo Bastonário da Ordem dos Adovogados, os 7 milhões de euros gastos no Ministério da Saúde num sistema informático, cujo sistema é incompatível com o existente, entre outras que é do conhecimento geral, afinal aonde é que está a diferença, na liberdade ou na economia?
Seguindo o mesmo raciocínio, provavelmente daqui a umas décadas vamos assistir à vandalização de mais campas.
Independentemente das opiniões, a política de Salazar vai constar eternamente na história de Portugal.
Urge salientar de que salazar não morreu rico...
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Mensagem de Fim de Semana
Desejos de um bom fim de semana para todos.
Os trabalhos que me enviaram estão óptimos. Sigam as estruturas que escolheram e vamos em frente.
Na próxima 2.ª feira vamos falar um pouco mais concretamente do desenvolvimento específico de algumas temáticas (aquelas que dão créditos)...
Os trabalhos que me enviaram estão óptimos. Sigam as estruturas que escolheram e vamos em frente.
Na próxima 2.ª feira vamos falar um pouco mais concretamente do desenvolvimento específico de algumas temáticas (aquelas que dão créditos)...
Mais um “ataque” á Campa de Salazar
E mais uma vez alguém vandaliza a campa de António Oliveira Salazar. Segundo a imprensa escrita vários residentes do Vimieiro pensam que este incidente esta ligado a intenção de se criar um museu dedicado a Salazar, pelos vistos há quem não concorde com tal obra.
Pessoalmente penso que um povo que tem a coragem de assumir os erros do passado, analisa-los e aprender a lição só ganha! Não se pode simplesmente olhar para o lado e convenientemente apagar certos episódios dos livros de historia e viver-se na gloria dos bons velhos tempos dos descobrimentos! Temos que aceitar TUDO da nossa historia, o bom e o mau…
Basta olhar para um dos nossos vizinhos europeus , os alemães, para ver que os resultados de olhar para o passado, por mais negro que ele seja, pode ser positivo para o futuro de um pais. O governo alemão gastou uma “vasta” soma de euros na construção de obras dedicadas ao holocausto.
Pessoalmente ouvi de vários amigos que visitaram a Alemanha, sendo alguns descendentes de judeus, que tiveram uma experiencia positiva ao visitarem os locais onde os seus familiares faleceram. Admitiram que foi triste e muito emocional porque foram confrontados com a genocídio de familiares, mas feliz por terem um local especifico onde podem finalmente ver onde os seus entes queridos terminaram a sua caminhada neste mundo.
Pessoalmente penso que um povo que tem a coragem de assumir os erros do passado, analisa-los e aprender a lição só ganha! Não se pode simplesmente olhar para o lado e convenientemente apagar certos episódios dos livros de historia e viver-se na gloria dos bons velhos tempos dos descobrimentos! Temos que aceitar TUDO da nossa historia, o bom e o mau…
Basta olhar para um dos nossos vizinhos europeus , os alemães, para ver que os resultados de olhar para o passado, por mais negro que ele seja, pode ser positivo para o futuro de um pais. O governo alemão gastou uma “vasta” soma de euros na construção de obras dedicadas ao holocausto.
Pessoalmente ouvi de vários amigos que visitaram a Alemanha, sendo alguns descendentes de judeus, que tiveram uma experiencia positiva ao visitarem os locais onde os seus familiares faleceram. Admitiram que foi triste e muito emocional porque foram confrontados com a genocídio de familiares, mas feliz por terem um local especifico onde podem finalmente ver onde os seus entes queridos terminaram a sua caminhada neste mundo.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Trabalho Turma D
Fases da Construção:
1ª. – Início da sua carreira (desenvolvimento de serviço mecanicamente);
2ª. – Quando começou a dar valor ao seu trabalho (começou a perceber o valor que
tinha)
3ª. – Postura (que mantinha);
4ª. – Revolta ( mas tinha que continuar a trabalhar);
5ª. – Poder ( patrão – empregado);
6ª. – Chantagem (dava – lhe tudo em troco de …..);
7ª. – Confronto;
8ª. – Medo,
9ª. – Resignação (não valia a pena lutar).
Factos e Consequências:
1ª. – Ele é que erguia as casas ( produzia )
2ª. – Até aquela data dizia sempre sim, quando começou a perceber, já dizia não
“ Começou a dizer não
E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção”
3ª. – Convicção
“ Mas quando foi perguntado
O operário disse: não”
4ª. - Continuava a trabalhar, embora sofrendo
“ E todo o seu sofrimento
Misturava – se com o cimento”.
5ª. – “Porque a mim me foi entregue
E dou – o a quem bem quiser.”
6ª. - “ Será teu se me adorares
E, ainda mais se abandonares
O que te faz dizer não.”
7ª . – “ Não vês o que te dou eu?
Não podes dar – me o que é meu ….”
8ª. – “ Com medo da solidão”
9ª. – “ E o operário ouviu a voz
de todos os seus irmãos……”
1ª. – Início da sua carreira (desenvolvimento de serviço mecanicamente);
2ª. – Quando começou a dar valor ao seu trabalho (começou a perceber o valor que
tinha)
3ª. – Postura (que mantinha);
4ª. – Revolta ( mas tinha que continuar a trabalhar);
5ª. – Poder ( patrão – empregado);
6ª. – Chantagem (dava – lhe tudo em troco de …..);
7ª. – Confronto;
8ª. – Medo,
9ª. – Resignação (não valia a pena lutar).
Factos e Consequências:
1ª. – Ele é que erguia as casas ( produzia )
2ª. – Até aquela data dizia sempre sim, quando começou a perceber, já dizia não
“ Começou a dizer não
E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção”
3ª. – Convicção
“ Mas quando foi perguntado
O operário disse: não”
4ª. - Continuava a trabalhar, embora sofrendo
“ E todo o seu sofrimento
Misturava – se com o cimento”.
5ª. – “Porque a mim me foi entregue
E dou – o a quem bem quiser.”
6ª. - “ Será teu se me adorares
E, ainda mais se abandonares
O que te faz dizer não.”
7ª . – “ Não vês o que te dou eu?
Não podes dar – me o que é meu ….”
8ª. – “ Com medo da solidão”
9ª. – “ E o operário ouviu a voz
de todos os seus irmãos……”
"Férias, feriados e produtividade"
Boa tarde colegas:
Durante todos anos ouvimos a comentar com alguma frequência na comunicação social, o problema do défice e da produtivadade do país, pelo que me lembrei de fazer uma análise ao calendário de 2008, a fim de fazer uma comparação com o ano transacto, tendo constatado que as notícias são boas para os trabalhadores e eventualmente más para a produtividade.
É que, por comparação com o ano de 2007, este ano tem mais um feriado coincidente com dia útil, portanto mais uma possibilidade de ponte.
O primeiro semestre é mais amigo dos trabalhadores, os quais têm direito a 7 feriados, incluindo o dia 1 de Janeiro. No segundo semestre os trabalhadores têm direito a 4 feriados, sendo o mês de Dezembro o melhor, contribuindo com 3 feriados.
Contas feitas, os trabalhadores que tiverem direito aos 25 dias de férias anuais, podem gozar um total de 36 dias de descanso, contando com os 11 feriados.
Assim, ficamos a aguardar pela estatística referente a este ano, para verificar se os resultados do défice e da produtividade do país, correspondem aos níveis desejados pelo governo, caso contrário, de quem será a culpa? Espero que mais uma vez não sejam os trabalhadores a pagar a factura.
Certamente que os analistas politicos, vão responder...
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
"É uma espécie de rescaldo"
Boa tarde colegas:
Desde a entrada em vigor da nova "Lei do Tabaco", muito se tem falado e escrito em direitos e obrigações, e simultâneamente fazem-se comparações com as "salas de chuto".
À semelhança de outras medidas, ninguém está alheio aos direitos e às obrigações, e relativamente à medida em causa, o fumador tem direito a fumar e o não-fumador tem direito a que a sua saúde seja salvaguardada, pelo que o mais importante é que haja respeito mútuo, independentemente das opiniões.
No que diz respeito às comparações com as "salas de chuto", penso que não é sensato, pois trata-se de duas realidades demasiado distintas para serem comparadas, a actual lei visa proteger a exposição voluntária ao fumo, portanto, protege um universo muito maior, o mesmo não acontece com as "salas de chuto", quer se concorde com elas ou não.
Se nos últimos anos, temos sido sujeitos a medidas governamentais que nos prejudicam a todos, porquê protestar contra esta, que por acaso, até nos protege a todos, sem excepção.
Não quero acreditar que se protesta quando está bem e quando está mal, ou será que estou equivocado?
Segundo as sondagens, parece-me que não!!!
"O operário em construção"
"O operário em construção" Trabalho do grupo E
Numa primeira fase o operário trabalha sem dar valor ao que faz,enfrentando o dia a dia com rotina e banalidade,sem se aperceber e sem ter consciência de que é escravo de si próprio.
Ao longo do seu caminho toma consciência de que tudo que faz tem valor,pelo menos para si.Tem nesse momento noção do valor do seu trabalho,e que o que fazia não era em vão.
Depara-se com uma dúvida.Será que o seu trabalho é reconhecido?Será que tem mesmo o valor que ele lhe atribui?
Tem a noção real de que o seu trabalho é o lucro do patrão.Sente que não é reconhecido o seu valor.Começa a demarcar a sua posição e a impor as suas ideias.
De acordo com a sua tomada de consciência , tenta influenciar e transmitir aos outros esses valores.
Mas os seus valores e a sua visão de partilha,não agradam e interessam ao patrão.
Foi forçado a mudar essa sua posição/opinião.
Como mantinha a sua posição,tentaram comprá-lo,perssuadi-lo aliciando mesmo.
O operário sente-se frustrado,por ver que não é entendido,não visualizam as suas posições.
Sente que está só.E quase se sente tentado a sesistir.Apercebe-se que não pode recuar.
Depois de toda a luta que travou e da valorização pessoal,chega à conclusão que a sua luta valeu mesmo a pena.
Apesar dos obstáculos com que se deparou,sente-se realizado,e esperançado em« conseguiros seus objectivos.
Prefaciando o autor. " AGIGANTOU-SE A RAZÃO"
Numa primeira fase o operário trabalha sem dar valor ao que faz,enfrentando o dia a dia com rotina e banalidade,sem se aperceber e sem ter consciência de que é escravo de si próprio.
Ao longo do seu caminho toma consciência de que tudo que faz tem valor,pelo menos para si.Tem nesse momento noção do valor do seu trabalho,e que o que fazia não era em vão.
Depara-se com uma dúvida.Será que o seu trabalho é reconhecido?Será que tem mesmo o valor que ele lhe atribui?
Tem a noção real de que o seu trabalho é o lucro do patrão.Sente que não é reconhecido o seu valor.Começa a demarcar a sua posição e a impor as suas ideias.
De acordo com a sua tomada de consciência , tenta influenciar e transmitir aos outros esses valores.
Mas os seus valores e a sua visão de partilha,não agradam e interessam ao patrão.
Foi forçado a mudar essa sua posição/opinião.
Como mantinha a sua posição,tentaram comprá-lo,perssuadi-lo aliciando mesmo.
O operário sente-se frustrado,por ver que não é entendido,não visualizam as suas posições.
Sente que está só.E quase se sente tentado a sesistir.Apercebe-se que não pode recuar.
Depois de toda a luta que travou e da valorização pessoal,chega à conclusão que a sua luta valeu mesmo a pena.
Apesar dos obstáculos com que se deparou,sente-se realizado,e esperançado em« conseguiros seus objectivos.
Prefaciando o autor. " AGIGANTOU-SE A RAZÃO"
O Operário em construção
Trabalho do grupo B
As Fases da “Construção”
Pré-história – Simples operário sem noção do que fazia.
Consequência; não se valorizava, nem valorizava que fazia.
Noção – “Que o operário faz a coisa e a coisa faz o operário.”
Consequência; começou a aperceber-se de todo o seu trabalho e a valorizar tudo
o que fazia. E a ter consciência do seu valor.
Valorização – “E um fato novo se viu”, começou a ver nele o que valorizava nos
Valorização – “E um fato novo se viu”, começou a ver nele o que valorizava nos
ou nos outros.
Consequência; aprendeu a dizer não, aprendo a afirmar-se.
Atitude – “ e o operário disse não e o operário fez se forte na sua resolução”.
Consequência; foram todas as agressões e ameaças.
Reafirmação – “ sentindo que a violência não dobraria o operário, um dia tentou o patrão dobra- lo de modo vario.
Consequência; apesar de todas as promessas o operário manteve se firme
e fiel aos seus princípios, apesar de o patrão lhe ter prometido tudo o que
ele próprio valorizava, ele não renunciou aos seus costumes e aos seus
valores humanos.
Atitude – “ e o operário disse não e o operário fez se forte na sua resolução”.
Consequência; foram todas as agressões e ameaças.
Reafirmação – “ sentindo que a violência não dobraria o operário, um dia tentou o patrão dobra- lo de modo vario.
Consequência; apesar de todas as promessas o operário manteve se firme
e fiel aos seus princípios, apesar de o patrão lhe ter prometido tudo o que
ele próprio valorizava, ele não renunciou aos seus costumes e aos seus
valores humanos.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
CLONAGEM DE ANIMAIS
Hoje ao ouvir as notícias fiquei um bocado triste, confusa e até repugnada com a notícia de que na América já estão a pensar em clonagem de animais para comercialização.
Por alguns minutos fiquei sem vontade de consumir carne, pois quando formos às compras há que ter cuidado em não estarmos a comprar gato por lebre ou seja (gato-lebre).
Será que uma cabra ou uma vaca vai deixar de ser um ruminante, para ser um porco, ou será que um porco vai dar leite para a humanidade consumir?
Se a minha bisavó fosse viva diria que era um castigo de Deus.
Mas eu digo que o avanço da ciência contribui para a ganância de muitos que acham que o dinheiro faz deles imortais, não pensando no mal que podem causar à humanidade.
Por alguns minutos fiquei sem vontade de consumir carne, pois quando formos às compras há que ter cuidado em não estarmos a comprar gato por lebre ou seja (gato-lebre).
Será que uma cabra ou uma vaca vai deixar de ser um ruminante, para ser um porco, ou será que um porco vai dar leite para a humanidade consumir?
Se a minha bisavó fosse viva diria que era um castigo de Deus.
Mas eu digo que o avanço da ciência contribui para a ganância de muitos que acham que o dinheiro faz deles imortais, não pensando no mal que podem causar à humanidade.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Teste
Isto é só uma experiência, pois o prazo do meu e-mail tinha expirado e não me permite e entrar no blogger.
"Dúvida - Etiqueta"
A/C do Dr. Pedro Sá:
Venho por este meio solicitar a V. Ex.ª que me esclareça uma dúvida aquando do envio do trabalho do Grupo C: Como nunca tinha escrito para um blogue nem sabia como funcionava, hoje ao analisar a parte onde diz "etiquetas para esta Mensagem", onde eu escrevi LEITURA, quiça, devesse posteriormente seleccionar a opção "ocultar tudo", para que o trabalho não fosse visualizado de igual modo como as mensagens escritas, assim, o referido trabalho só seria possível ser visualizado no item "LEITURA".
Será que o meu raciocínio está correcto?
Os alunos deste grupo, aproveitam para agradecer a motivação que nos deu através da mensagem instantânea.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
"O Operário em construção"
GRUPO C:
1.ª Fase: DESCONHECIMENTO - O operário não se questionava;
FACTO - Ele trabalhava como escravo e não se questionava; mas como consequência disto, leva à sua liberdade.
2.ª Fase: DESCOBERTA/VALORIZAÇÃO - O operário apercebe-se da escravidão em que vive, a favor do patrão, e começa a dar valor ao seu trabalho;
FACTO - Ele toma consciência de que o operário faz a coisa e a coisa faz o operário, começa por se valorizar, pois tem consciência de que é um bom operário, e que o patrão sem ele não era nada. Começa por fazer comentários com os colegas, e estes por sua vez, começam a dar-lhe ouvidos e admirá-lo, e como consequência, apercebe-se que não pode dizer a tudo que sim, aprende a dizer o não ao patrão.
3-ª Fase: CONFRONTOS/AGRESSÕES - É nesta fase que se dá a traição dos colegas face ao patrão.
FACTO - Apesar dos colegas do operário concordarem com ele, vão contar ao patrão, que lhes diz para o convencerem a estar calado, e em consequência de todas as ameaças e agressões, o operário continua a dizer não.
4-ª Fase: CONCLUSÃO
FACTO - O operário apesar das ameaças, recusa-se a ser subjugado pelo patrão, não aceitando o que ele lhe dá em troca da sua ética e bons costumes, isto faz com que o operário se fortaleça ainda mais na continuação da sua luta, em respeito pelos que partiram e pelos que virão.
Subscrever:
Mensagens (Atom)